IDEIAS - PENSAMENTOS - CONCEITOS - FÓRMULAS - IDEALISMO

O idealista é o homem com uma ideia, e é ele que não é revolucionário. As ideias dividem, e separação é desintegração, não é, absolutamente, revolução. O homem com uma ideologia está preocupado com ideias, palavras, e não com ação direta; ele evita a ação direta. Uma ideologia é um obstáculo à ação direta. (Commentaries on Living, Series II)

É muito importante compreender por que nós criamos ou formulamos uma ideia. Por que a mente formula uma ideia realmente? Quero dizer com “formular”, uma estrutura de ideias filosóficas ou racionais ou humanistas ou materialistas. Ideia é pensamento organizado; e nesse pensamento organizado, crença, ideia, o homem vive. É isso que todos nós fazemos, sejamos religiosos ou não-religiosos. Eu penso que é importante descobrir por que os seres humanos ao longo dos tempos conferiram tal extraordinária importância às ideias. Por que formulamos ideias realmente? Formamos ideias, se a pessoa observar a si mesma, quando há desatenção. Quando você está completamente ativo, o que exige total atenção – que é ação – nisso não há ideia; você está agindo. (Collected Works, Vol. XV, 89, Action)

Nós damos tal extraordinário significado ao pensamento, às ideias, conceitos, fórmulas. Existem fórmulas físicas que são necessárias, mas as fórmulas psicológicas são, de fato, necessárias? Eu não estou dizendo que devíamos ser estúpidos, desinformados, obtusos; mas por que conferimos tal extraordinária importância à mente, ao pensamento, ao intelecto? Se a pessoa não dá importância ao intelecto, dá importância ou a valores sensatos ou a emoções. Mas como a maior parte das pessoas tem vergonha de emoções e valores sensatos, elas adoram o intelecto. Por quê? Por favor, quando eu fizer uma pergunta, vamos todos descobrir a resposta juntos. Livros, teorias e todo o campo intelectual são considerados muito importantes em nossa vida. Por quê? Se você for esperto, pode conseguir um emprego melhor. Se for altamente treinado tecnicamente, isso pode ter certa vantagem, mas por que damos importância às ideias? Não é porque não podemos viver sem ação? Toda relação é um movimento e esse movimento é ação. As ideias se tornam importantes quando separadas da ação. Para a maior parte de nós a ação não é importante, relação não é importante; as ideias são muito mais importantes do que todos estes outros fatores. Nossas relações, que incluem nossa vida, se baseiam na memória organizada como ideia. A ideia domina a ação; e, por isso, relação é um conceito, não uma ação verdadeira. Pensamos que a relação deveria ser isto ou aquilo, mas de fato, não sabemos o que é relação. Não sabendo o que relação de fato é, efetivamente as ideias se tornam importantíssimas para nós. O intelecto se torna importantíssimo, com suas crenças, ideias e teorias de como deveria ou não deveria ser. A ação tem sua natureza ligada ao tempo; ou seja, a ação envolve tempo, pois a ideia está no tempo. A ação nunca é imediata, nunca espontânea; ela nunca está relacionada com o que é, mas com o que deveria ser, com uma ideia e, assim, existe conflito entre a ideia e a ação. (Collected Works, Vol. XV, 141, Action)

Quando você observa por que uma ideia se torna importante, quando está ciente de por que o padrão assumiu tal extraordinária significação, pode ver por que isto acontece. Porque, em primeiro lugar, ele tende a adiar a ação: eu sou violento e tenho esta maravilhosa ideia da não-violência, que é um ideal, e eu posso ir ao encalço desse ideal e não agir, pois ainda estou tentando ser não-violento. Portanto, isto é uma fuga do fato da violência. Se eu não tiver ideal de não-violência, posso lidar com o fato. Assim, o ideal se torna uma distração; o ideal é uma ficção, um mito; ele não é uma realidade. A realidade é o que existe, que é violência. E pensamos que, tendo um ideal como a não-violência, podemos arrancar a violência de nós mesmos – o que nunca acontece, o que nunca pode acontecer. Porque só quando lidamos com fatos, existe uma operação, não quando lidamos com ideias. Então, essa é uma das razões: uma ideia ou um padrão oferece um meio de adiar, de fugir do fato; e a ideia se torna importante para dar continuidade a um ato particular. Eu fiz isto ontem, farei isto hoje e amanhã – ela dá continuidade ou se torna um hábito que impede a ação. Isto é, meramente, levar a cabo certa fórmula e, por isso, se torna mecânico. A vida não é mecânica; ela tem que ser vivida, sua ação mudando a cada minuto. Assim, as ideias oferecem um meio de adiar a ação. Então, quanto mais ideias, quanto mais ideais você tem, mais inativo você é. Por favor, veja isto: quando você age a partir de uma ideia, você não está ativo, pois está vivendo sua vida em um mundo de ficção sem qualquer realidade. Assim, fugir, adiar, oferecer continuidade, que lhe dá um hábito, e funcionar no hábito – isso é memória e, portanto, mecânico. Então você pode ver, ideias não geram paixão; para fazê-lo, você deve ter sentimentos fortes; de outro modo, se torna mecânico. Você não pode ter sentimento e paixão forte, intensa, imediata se você tem ideias. (Collected Works, Vol. XIV, 69, Action)


J. Krishnamurti

Fonte: http://www.jkrishnamurti.org/pt

UMA OPORTUNIDADE DE FAZER UMA MUDANÇA

Se abrirmos nossos olhos e nos colocarmos um pouquinho mais em sintonia com nossas vidas, descobriremos que diariamente todos nós temos oportunidades de transformar negatividade em positividade.

Geralmente, quando alguém ou alguma situação nos desafia, nosso primeiro pensamento é: “Como posso fazer com que esta situação vá embora o mais rápido possível?” em vez de “Como posso transformar essa situação em Luz?”

Às vezes, conseguimos ser tão rápidos colocando a situação de lado, que sequer percebemos que perdemos uma oportunidade de fazer uma mudança em nossa vida.


Karen Berg

Fonte: Centro de Cabala
www.kabbalah.com

A verdadeira liberdade não reside apenas em mudarmos as circunstâncias em que vivemos, mas em conseguirmos nos libertar mental e emocionalmente.
Paulo e Lauro Raful
(via Escola Gurdjieff)
O idealista não é revolucionário —— O idealista é o homem com uma ideia, e é ele que não é revolucionário. As ideias dividem, e separação é desintegração, não é, absolutamente, revolução. O homem com uma ideologia está preocupado com ideias, palavras, e não com ação direta; ele evita a ação direta. Uma ideologia é um obstáculo à ação direta.

J. Krishnamurti

Fonte: Commentaries on Living, Series II
http://www.jkrishnamurti.org/pt

LEVEZA - SIMPLICIDADE - ALMA FELIZ - REALIZAÇÃO

Deus sempre ajuda aqueles que têm coragem. Quando os filhos têm pensamentos elevados, o Pai torna-se presente. Simplesmente entregue todas as suas tarefas ao Pai e Ele saberá qual é a tarefa Dele. Não mantenha consigo a carga das responsabilidades. Permaneça como um tutor. Fique leve e continue a voar. Quando seu coração está limpo, todas as suas esperanças são preenchidas.

O sentido da palavra ‘simples’ é muito profundo. Simples significa completamente puro. Ser sem ego é ser simples. Não ter raiva é ser simples. Não ter ganância é ser simples. Na extensão em que uma pessoa é simples, assim ela é bela, ou seja, real. Para se tornar simples, seja inocente do conhecimento de tudo o que é falso e ilusório e torne-se um mestre no conhecimento da verdade.

Iluminada é a alma que percebeu que a vida é uma oportunidade para “criar” formas de se conectar e dar a si, independente do contexto, seja em casa, no trabalho ou no lazer. Inteligente é a alma que vai para o trabalho não para conseguir dinheiro para pagar as contas, mas para estar disponível e ajudar aqueles com quem trabalha. Pessoas assim são chamadas de “verdadeiros” líderes! Feliz é a alma que transcendeu o condicionamento da sociedade de que o propósito da vida é adquirir e acumular, e agora vive uma vida de servir outros da forma que eles escolherem. Poderosa é a alma cujo poder pode ser visto através da influência que seu serviço altruísta tem sobre o mundo à sua volta. Preenchida é a alma que realizou o que talvez é a verdade mais simples de todas - viver é dar. (Mike George, The power of purpose, Clear Thinking, 19/12/2010)

Realização é voltar para os valores originais e eternos da vida. Retornar não é sinônimo de retrocesso. Retornar não é recuar, mas entender e aplicar novamente os eternos valores do amor puro à vida atual. Puro no sentido de não egoísta e eterno no sentido de duradouro. (Anthony Strano, Spiritual Odyssey: the return journey, Purity, March, 2012)

Brahma Kumaris


Fonte: www.bkumaris.org.br

Programa Professor Laércio Responde - Volume 3
Neste vídeo o professor nos responde:

1-O que fazer quando nada nesse mundo me satisfaz. Não encontro nada que me deixe feliz e não consigo me identificar com nada mais?

2-Como encontrar minha verdadeira vocação profissional?

3-A castração animal interfere na evolução espiritual dos animais?

4-Para que serve o Japamala?

http://youtu.be/ww4pcXi3c_I

contacto-elalma:

EL MUNDO DE LA MENTE DIVINA -7
 
Libre albedrío y determinismo.
 
   En el mundo real ya no existe la voluntad del separado individuo sino tan sólo la Voluntad de un omniabarcante Ser, cuya manifestación en el que llamamos “mundo externo” puede parecernos que actúa desde lo exterior, pero en el mundo real sabemos que es la manifestación de la única Voluntad que en el absoluto y completo sentido es nuestra propia voluntad.
   
El libre albedrío es la carencia de toda limitación, y en el mundo real no puede estar limitada nuestra voluntad porque se identifica con la Voluntad suprema más allá de la que no hay nada y todo está determinado por ella. Así tenemos que en el mundo real el libre albedrío se identifica con la determinación.
   
Aunque todo cuanto ha de suceder está ya presente en el dinámico universo de Dios, no se ha de entender que sea un frío e implacable Destino que arrase toda oposición para lograr su objeto.
 
Por el contrario, nos convenceremos de que todo el porvenir y cuanto pueda ocurrir en este porvenir, existe ya ahora en nuestro propio ser, y que su aparición en nuestro mundo imaginal, en la sucesión a que llamamos tiempo no es más que la manifestación de lo que ya llevamos en nuestro interior.
   
También erramos al establecer una componenda entre el libre albedrío y la determinación, diciendo que estamos un poco determinados y somos otro poco libres. 
 
En la experiencia de lo real, sabemos que todo cuanto puede sobrevenirnos del “exterior”, como lo llamamos, no es más que la expresión de nuestra propia voluntad, y que en nuestro interior está contenido todo cuanto ha de sucedernos en el mundo real.
   
Podríamos continuar describiendo los diferentes modos en que el mundo de la Realidad se nos presentan los problemas de nuestro mundo imaginal, pero los citados ejemplos bastarán a demostrar cómo los falsos problemas planteados por la gran ilusión de nuestro mundo imaginal se desvanecen en el mundo real donde es aquello que es.
 

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EL MUNDO DE LA MENTE DIVINA -7

 

Libre albedrío y determinismo.

 

   En el mundo real ya no existe la voluntad del separado individuo sino tan sólo la Voluntad de un omniabarcante Ser, cuya manifestación en el que llamamos “mundo externo” puede parecernos que actúa desde lo exterior, pero en el mundo real sabemos que es la manifestación de la única Voluntad que en el absoluto y completo sentido es nuestra propia voluntad.

  

El libre albedrío es la carencia de toda limitación, y en el mundo real no puede estar limitada nuestra voluntad porque se identifica con la Voluntad suprema más allá de la que no hay nada y todo está determinado por ella. Así tenemos que en el mundo real el libre albedrío se identifica con la determinación.

  

Aunque todo cuanto ha de suceder está ya presente en el dinámico universo de Dios, no se ha de entender que sea un frío e implacable Destino que arrase toda oposición para lograr su objeto.

 

Por el contrario, nos convenceremos de que todo el porvenir y cuanto pueda ocurrir en este porvenir, existe ya ahora en nuestro propio ser, y que su aparición en nuestro mundo imaginal, en la sucesión a que llamamos tiempo no es más que la manifestación de lo que ya llevamos en nuestro interior.

  

También erramos al establecer una componenda entre el libre albedrío y la determinación, diciendo que estamos un poco determinados y somos otro poco libres.

 

En la experiencia de lo real, sabemos que todo cuanto puede sobrevenirnos del “exterior”, como lo llamamos, no es más que la expresión de nuestra propia voluntad, y que en nuestro interior está contenido todo cuanto ha de sucedernos en el mundo real.

  

Podríamos continuar describiendo los diferentes modos en que el mundo de la Realidad se nos presentan los problemas de nuestro mundo imaginal, pero los citados ejemplos bastarán a demostrar cómo los falsos problemas planteados por la gran ilusión de nuestro mundo imaginal se desvanecen en el mundo real donde es aquello que es.

 

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